“Mestre, ‘tás na faca!”,
Dizes tu e com razão.
“Há uma lâmina que te ataca.”
Sim, estranha sensação.
Pois, é verdade…
Maldito este fado,
Trouxe-me para aqui sem piedade,
Sem aviso, desequilibrado.
Não sei como até aqui vim
(Suponho que por causa de mim).
Estou bem no cume,
Bem no gume!
Devo cair para um lado
(E estar em cima da faca dói),
Mas em qualquer um fico desamparado
(E a lâmina pouco a pouco me corrói).
Devo escolher uma solução
E seguir em frente,
Saltar do fio para o chão,
De cabeça erguida, resolutamente!
O problema é saber para onde tender,
Decidir o que fazer, inequivocamente.
Mas cada dia me sinto enfraquecer,
E assim continuo equilibrado, pendente…
Sondo a minha razão
E ela não me consola.
Sondo então o coração
E ele ainda mais me desola.
Na faca continuo no fio
E pergunto então ao vazio…
…”Que seja o que aconteça,
Atira-te de cabeça!”…
Não me diz para desistir,
Mas também não me dá nada bonito.
E é então que me decido, deixo-me ir…
Fecho os olhos, respiro…E caio no infinito…
21/08/2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
Férias
(este agregado de versos foi colocado aqui meramente com o objectivo de "moralizar as hostes")
Sento-me (na secretária) a estudar
E inclino para baixo a cabeça.
Tenho de ler, marrar e trabalhar
Para que no exame de nada me esqueça.
É sem dúvida grande o trabalho,
Sem dúvida que custa a preparação,
Mas tenho de demonstrar o que valho
No momento da próxima avaliação.
Sento-me (no parapeito) a observar
E inclino para fora a cabeça.
Sonho com férias noutro lugar,
À espera que o Sol apareça.
É sem dúvida grande a esperança,
Sem dúvida que tudo o que desejo
É nada mais que a mudança
De tudo o que agora vejo.
Sento-me (na praia) à beira-mar
E inclino para tás a cabeça.
Inalo aquele Sol e aquele ar
À espera que nada aconteça.
Foi sem dúvida um ano cansado
(Sem dúvida que o estudo é duro),
Mas cheguei ao meu desejado fado,
Cheguei ao meu desejado futuro.
Agora que paro a cabeça
E tenho perante mim todo o mar,
Sei que não há nada que me aborreça,
Sei que não há mais perfeito lugar.
05/07/2008
Sento-me (na secretária) a estudar
E inclino para baixo a cabeça.
Tenho de ler, marrar e trabalhar
Para que no exame de nada me esqueça.
É sem dúvida grande o trabalho,
Sem dúvida que custa a preparação,
Mas tenho de demonstrar o que valho
No momento da próxima avaliação.
Sento-me (no parapeito) a observar
E inclino para fora a cabeça.
Sonho com férias noutro lugar,
À espera que o Sol apareça.
É sem dúvida grande a esperança,
Sem dúvida que tudo o que desejo
É nada mais que a mudança
De tudo o que agora vejo.
Sento-me (na praia) à beira-mar
E inclino para tás a cabeça.
Inalo aquele Sol e aquele ar
À espera que nada aconteça.
Foi sem dúvida um ano cansado
(Sem dúvida que o estudo é duro),
Mas cheguei ao meu desejado fado,
Cheguei ao meu desejado futuro.
Agora que paro a cabeça
E tenho perante mim todo o mar,
Sei que não há nada que me aborreça,
Sei que não há mais perfeito lugar.
05/07/2008
domingo, 22 de junho de 2008
Corrazão
O meu intelecto é um ser cheio,
Mas partido em dois, desfeito.
Uma parte está na cabeça e é seu recheio,
A outra inclina para a esquerda no centro do peito.
A cada história, cada problema,
Ele faz-me o negro favor
De o bifurcar num dilema,
De duplicar o terror.
Cada uma das partes luta pela supremacia,
Quer mandar no meu ser,
Batalha contra a outra pela hegemonia,
Quando a verdade é que nenhuma deve vencer.
Bem sei que essa luta entre cada componente
É uma das constantes da vida,
É uma situação permanente,
Uma luta nunca ganha nem perdida.
Uma diz uma coisa
E outra outra coisa diz
E, por muito que oiça,
No fim nunca nenhuma explica o que fiz.
Enfim…
Não sei a que dar atenção,
Se à razão do coração
Ou se ao coração da razão.
É a minha maldição…
22/06/2008
Mas partido em dois, desfeito.
Uma parte está na cabeça e é seu recheio,
A outra inclina para a esquerda no centro do peito.
A cada história, cada problema,
Ele faz-me o negro favor
De o bifurcar num dilema,
De duplicar o terror.
Cada uma das partes luta pela supremacia,
Quer mandar no meu ser,
Batalha contra a outra pela hegemonia,
Quando a verdade é que nenhuma deve vencer.
Bem sei que essa luta entre cada componente
É uma das constantes da vida,
É uma situação permanente,
Uma luta nunca ganha nem perdida.
Uma diz uma coisa
E outra outra coisa diz
E, por muito que oiça,
No fim nunca nenhuma explica o que fiz.
Enfim…
Não sei a que dar atenção,
Se à razão do coração
Ou se ao coração da razão.
É a minha maldição…
22/06/2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Ausência
É verdade,
Não tenho tido vontade
E não tenho escrito,
Tenho dito!
Já há muito que não escrevo,
Mas não lhe dêem relevo
Que, lá por não ter escrito,
Não deixei de ser erudito!
Simplesmente não me apeteceu,
Não aconteceu,
Às vezes é assim,
Só porque sim.
Não peço desculpa
Porque em nada vejo culpa.
Só não quis e não refilaram,
Não fiz e não apreciaram.
O que estou a ver
É que já estou para aqui a escrever
E estou a queixar-me tanto
Que é melhor acabar com este pranto.
Por isso despeço-me com este pretexto:
Adeus e até um próximo texto!
09/06/2008
Não tenho tido vontade
E não tenho escrito,
Tenho dito!
Já há muito que não escrevo,
Mas não lhe dêem relevo
Que, lá por não ter escrito,
Não deixei de ser erudito!
Simplesmente não me apeteceu,
Não aconteceu,
Às vezes é assim,
Só porque sim.
Não peço desculpa
Porque em nada vejo culpa.
Só não quis e não refilaram,
Não fiz e não apreciaram.
O que estou a ver
É que já estou para aqui a escrever
E estou a queixar-me tanto
Que é melhor acabar com este pranto.
Por isso despeço-me com este pretexto:
Adeus e até um próximo texto!
09/06/2008
sábado, 31 de maio de 2008
Matemática!
-Derivadas parciais!
Conjunto dos naturais!
Somatório do integral!
Derivada da exponêncial!
Espaço conexo!
Envelope convexo!
Número irracional!
π! Razão diferencial!
Gráfico semi-logarítmico!
Semi-eixo elíptico!
Formas-n!
Curva de nível em RN!
eiθ é número imaginário!
Teorema dos Resíduos não vem no dicionário!
Teorema de Heine-Cantor!
É com cada pontada de dor!...
Será que alguém me explica
O que isto significa?
-Vá…não sejas mendigo
E ouve o que te digo:
Se queres ser esperto
E ver estas coisas bem de perto,
Então vai para o IST
Que lá é que se vê
Permanentemente
Aquela gente
Com óculos em fundo de garrafa.
Ali ninguém se safa!
Todos cantam este poema
De trás para a frente, sem problema!
Depois ainda te fazem toda a demonstração
Mesmo que digas "não!".
E no fim perguntas então:
“Para que serve toda esta coisa tão complicada?”
É a única coisa que sabes, e eles não:
Para nada!
31/05/2008
Conjunto dos naturais!
Somatório do integral!
Derivada da exponêncial!
Espaço conexo!
Envelope convexo!
Número irracional!
π! Razão diferencial!
Gráfico semi-logarítmico!
Semi-eixo elíptico!
Formas-n!
Curva de nível em RN!
eiθ é número imaginário!
Teorema dos Resíduos não vem no dicionário!
Teorema de Heine-Cantor!
É com cada pontada de dor!...
Será que alguém me explica
O que isto significa?
-Vá…não sejas mendigo
E ouve o que te digo:
Se queres ser esperto
E ver estas coisas bem de perto,
Então vai para o IST
Que lá é que se vê
Permanentemente
Aquela gente
Com óculos em fundo de garrafa.
Ali ninguém se safa!
Todos cantam este poema
De trás para a frente, sem problema!
Depois ainda te fazem toda a demonstração
Mesmo que digas "não!".
E no fim perguntas então:
“Para que serve toda esta coisa tão complicada?”
É a única coisa que sabes, e eles não:
Para nada!
31/05/2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Estacionado
Em casa sozinho
Num dia de feriado…
Cheguei ao fim do caminho.
Finalmente, posso dormir descansado…
Chego à casa onde moro
E não tenho nada para fazer.
“Nada para fazer”…adoro…
Ou então fazer o que me apetecer…
Vou deitar até derreter,
Até ficar em molho,
Dormir até esquecer,
Nunca abrir um olho…
Sorrio de alegria
Porque acabou a estrada.
Finalmente chegou o dia
Em que não tenho de fazer nada…
Entro no quarto, fecho a porta…
Fico eternamente parado, deitado, estacionado…
Pouco me importa…
É feriado…
30/05/2008
Num dia de feriado…
Cheguei ao fim do caminho.
Finalmente, posso dormir descansado…
Chego à casa onde moro
E não tenho nada para fazer.
“Nada para fazer”…adoro…
Ou então fazer o que me apetecer…
Vou deitar até derreter,
Até ficar em molho,
Dormir até esquecer,
Nunca abrir um olho…
Sorrio de alegria
Porque acabou a estrada.
Finalmente chegou o dia
Em que não tenho de fazer nada…
Entro no quarto, fecho a porta…
Fico eternamente parado, deitado, estacionado…
Pouco me importa…
É feriado…
30/05/2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Desculpa
(dedicado a Alexandra Brazão)
Eu não resistia à tentação
E com aquela música te chateava.
Então sugeriste uma nova canção,
Porque a outra já agoniava.
A princípio decidi concordar.
Pareceu-me bem, tal acção.
Era altura de mudar de música, mudar de ar,
Era altura de mudar de feição.
Fui para casa e comecei o treino,
Mas a música era complicada
(Ou então a voz não é o meu reino).
Percebi que não me levava a nada.
Aí foste condescendente
E disseste: “Então tenta outra qualquer!”.
Eu anuí, lentamente:
“Aquilo que a senhora quiser”.
No dia seguinte acordei revoltado.
“Desta vez não vou tentar! Vou conseguir!”
Mal sabia eu do triste resultado
Que ainda estava para vir…
Apressei-me para o lugar,
À espera que viesses.
Mas tu tinhas decidido não voltar,
Tinhas decidido não ouvir as minhas preces.
Infelizmente, eu não sabia,
E quem sabia não me avisou.
Então estreei a cantoria,
Mas sem ti foi mal que soou.
Acabaste por não aparecer,
E eu estreei-me sem a tua presença.
Então falhei, mas sem perceber
Que isso me declarava uma sentença.
Não fiques mais ofendida.
Não me espetes o coração.
Dá-me só mais uma tentativa
Para recuperar a tua atenção!
Desculpa-me, bela dama,
Por tal acto de terror.
Prometo que não apago a chama,
Que contigo cantarei com o dobro do ardor!
P.S.:
Ainda tentei rimar com Elvis
Para ver se ficava elegante,
Mas só me lembrava de “pélvis”
E isso até era indignificante!
29/05/2008
Eu não resistia à tentação
E com aquela música te chateava.
Então sugeriste uma nova canção,
Porque a outra já agoniava.
A princípio decidi concordar.
Pareceu-me bem, tal acção.
Era altura de mudar de música, mudar de ar,
Era altura de mudar de feição.
Fui para casa e comecei o treino,
Mas a música era complicada
(Ou então a voz não é o meu reino).
Percebi que não me levava a nada.
Aí foste condescendente
E disseste: “Então tenta outra qualquer!”.
Eu anuí, lentamente:
“Aquilo que a senhora quiser”.
No dia seguinte acordei revoltado.
“Desta vez não vou tentar! Vou conseguir!”
Mal sabia eu do triste resultado
Que ainda estava para vir…
Apressei-me para o lugar,
À espera que viesses.
Mas tu tinhas decidido não voltar,
Tinhas decidido não ouvir as minhas preces.
Infelizmente, eu não sabia,
E quem sabia não me avisou.
Então estreei a cantoria,
Mas sem ti foi mal que soou.
Acabaste por não aparecer,
E eu estreei-me sem a tua presença.
Então falhei, mas sem perceber
Que isso me declarava uma sentença.
Não fiques mais ofendida.
Não me espetes o coração.
Dá-me só mais uma tentativa
Para recuperar a tua atenção!
Desculpa-me, bela dama,
Por tal acto de terror.
Prometo que não apago a chama,
Que contigo cantarei com o dobro do ardor!
P.S.:
Ainda tentei rimar com Elvis
Para ver se ficava elegante,
Mas só me lembrava de “pélvis”
E isso até era indignificante!
29/05/2008
Napoleão
Sou um ser superior
A toda a gente no meu estado.
Sou um ser vencedor,
Nunca antes derrotado.
Todos os meus detalhes são perfeitos.
Senhor de muitas histórias,
Senhor de inúmeros feitos,
Senhor de infinitas vitórias.
Vitorioso em todas as batalhas,
No meu sangue corre a plenitude
De um ser sem falhas,
De um ser repleto de virtude.
Não possuo inimigos
Porque, um a um, o meu espírito os derrotou.
Estou antes repleto de amigos
Que bem sabem como sou.
Contudo, sou modesto.
Não pedi para ser assim.
Mas enfim, sou superior ao resto,
Ou o resto é inferior a mim…
Não quero riqueza de milionário
Nem fama de estrela de cinema.
Não quero ser palavra nova no dicionário,
Nem tema de outro poema.
Simplesmente sou realista.
Sei que sou assim, grandioso.
Não sou grande idealista.
Sou, simplesmente, vitorioso.
Também não busco a glória,
Mas nunca admito um empate!
Quero sempre a vitória!
Touché! Xeque-mate!
29/05/2008
A toda a gente no meu estado.
Sou um ser vencedor,
Nunca antes derrotado.
Todos os meus detalhes são perfeitos.
Senhor de muitas histórias,
Senhor de inúmeros feitos,
Senhor de infinitas vitórias.
Vitorioso em todas as batalhas,
No meu sangue corre a plenitude
De um ser sem falhas,
De um ser repleto de virtude.
Não possuo inimigos
Porque, um a um, o meu espírito os derrotou.
Estou antes repleto de amigos
Que bem sabem como sou.
Contudo, sou modesto.
Não pedi para ser assim.
Mas enfim, sou superior ao resto,
Ou o resto é inferior a mim…
Não quero riqueza de milionário
Nem fama de estrela de cinema.
Não quero ser palavra nova no dicionário,
Nem tema de outro poema.
Simplesmente sou realista.
Sei que sou assim, grandioso.
Não sou grande idealista.
Sou, simplesmente, vitorioso.
Também não busco a glória,
Mas nunca admito um empate!
Quero sempre a vitória!
Touché! Xeque-mate!
29/05/2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Wow...
Olha esta giraça
Que por mim passa…
Quem é ela, tão singela?
Ai não sei. Mas que bela
Forma que tem…
É que não há quem!
Mas que manancial de beleza!
Material de princesa
Que por mim passa,
Esta giraça!
O mais curioso de tudo
É que me deixa mudo
Sem eu perceber porquê.
Quem na rua a vê
Dificilmente repara
Naquela linda cara
Por ser tão discreta.
Mas, não sei, em mim desperta
Os sentidos, por onde quer que passe.
Será a sua face?
Isso é certamente.
Mas é mais, mesmo que não tente.
É a sua natureza,
Toda aquela beleza,
Tão natural,
Tão sem igual.
À minha volta parecem não compreender
O que eu estou a ver:
Naquelas mãos a beldade,
No cabelo a igualdade
Da forma e da cor
E na roupa o amor
Pela harmonia.
Esta visão dá-me uma alegria…
Continuo mudo,
Mas isso já não é o mais curioso de tudo…
Espera! Não vás!
Já viste que bem que estás?
Quero dizer-te isso,
Não vês que estou submisso?
Olha, já se foi embora
E nada lhe disse. E agora?
Que tristeza…
Quem me vai acreditar naquela beleza?
Bem, agora terei de me contentar
Com aquilo de que me lembrar.
Ficarei com a bela nostalgia
E a esperança de a ver noutro dia…
26/05/2008
Que por mim passa…
Quem é ela, tão singela?
Ai não sei. Mas que bela
Forma que tem…
É que não há quem!
Mas que manancial de beleza!
Material de princesa
Que por mim passa,
Esta giraça!
O mais curioso de tudo
É que me deixa mudo
Sem eu perceber porquê.
Quem na rua a vê
Dificilmente repara
Naquela linda cara
Por ser tão discreta.
Mas, não sei, em mim desperta
Os sentidos, por onde quer que passe.
Será a sua face?
Isso é certamente.
Mas é mais, mesmo que não tente.
É a sua natureza,
Toda aquela beleza,
Tão natural,
Tão sem igual.
À minha volta parecem não compreender
O que eu estou a ver:
Naquelas mãos a beldade,
No cabelo a igualdade
Da forma e da cor
E na roupa o amor
Pela harmonia.
Esta visão dá-me uma alegria…
Continuo mudo,
Mas isso já não é o mais curioso de tudo…
Espera! Não vás!
Já viste que bem que estás?
Quero dizer-te isso,
Não vês que estou submisso?
Olha, já se foi embora
E nada lhe disse. E agora?
Que tristeza…
Quem me vai acreditar naquela beleza?
Bem, agora terei de me contentar
Com aquilo de que me lembrar.
Ficarei com a bela nostalgia
E a esperança de a ver noutro dia…
26/05/2008
domingo, 25 de maio de 2008
Música!
Canta e toca, homem do piano!
Anima as almas e as gentes!
Mostra, toca o teu plano!
Deixa as pessoas contentes!
Espalha a tua magia,
Espalha a felicidade!
A música é a tua via
Para nos tirar metade da idade!
Faz-nos rejuvenescer!
Põe-nos as hormonas aos saltos!
Vamos! Faz-nos enriquecer!
Toca dó, ré, mi, todos bem altos!
Faz tua esta festa,
Que seja tua a sessão solene!
Vamos! É desta!
Dá-lhe aí piano man!
25/05/2008
Anima as almas e as gentes!
Mostra, toca o teu plano!
Deixa as pessoas contentes!
Espalha a tua magia,
Espalha a felicidade!
A música é a tua via
Para nos tirar metade da idade!
Faz-nos rejuvenescer!
Põe-nos as hormonas aos saltos!
Vamos! Faz-nos enriquecer!
Toca dó, ré, mi, todos bem altos!
Faz tua esta festa,
Que seja tua a sessão solene!
Vamos! É desta!
Dá-lhe aí piano man!
25/05/2008
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